segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Venda de filmes novos e seminovos


http://www.exxafilmes.com.br/noticias.aspx?id=68

Todos estes filmes estão à venda na Exxa Filmes. Originais, novos e seminovos, dublados ou legendados. Consultar estoque.

Lista de filmes à venda:

- Um beijo roubado (romance) 5,00
- Poseidon (ficção) 5,00
- Surpresas do amor (comédia romântica) 5,00
- O amor está no ar (comédia romântica) 5,00
- Novidades no amor (comédia romântica) 5,00
- O lutador (ação) 5,00
- Vingança entre assassinos (ação) 5,00
- Clean (drama) 7,00
- Um refúgio no passado (drama) 5,00
- Eu e as mulheres (drama romântico) 5,00
- Nômade (ação) 5,00
- Nightmares & Dreamscapes vol 1 (suspense Stephen King) 5,00
- Suplício de uma saudade (romance) 5,00
- Paixão por acidente (romance) 5,00
- Prova de fogo uma história de vida (drama) 5,00
- Nem por cima do meu cadáver (comédia romântica) 5,00
- Uma manhã gloriosa (comédia romântica) 5,00
- Um beijo a mais (comédia romântica) 5,00
- Ricki and the flash de volta para casa (comédia dramática) 5,00
- Agente H missão resgate (ação) 5,00
- A nova cinderela (comédia romântica) 5,00
- Perseguição implacável (suspense policial) 5,00
- Anjos da noite a rebelião (ação, aventura) 5,00
- Caçada Mortal (ação) 5,00
- A lenda de um guerreiro (épico) 5,00
- Confissões de uma mente perigosa (drama) 5,00
- Uma janela para o amor (romance) 5,00
- Palestras Canção Nova – a mão direita do senhor me levantou 5,00
- Sangue e honra (épico) 5,00
- Em busca de uma nova chance (romance dramático) 5,00
- Viajar é preciso (comédia) 5,00
- Banquete do amor (comédia romântica) 5,00
- A experiência 2 (ficção) 5,00
- Como sobreviver a um ataque zumbi (comádia) 5,00
- Minha mãe é uma viagem (comádia) 5,00
- Um golpe perfeito (comédia) 5,00
- Para o que der e vier (comédia) 5,00
- As pontes de Madison (romance) 5,00
- Jogo do amor (romance) 5,00
- Cadê os homens (comédia romântica) 5,00
- Uma mãe em apuros (comédia) 5,00
- Amigos amigos mulheres à parte (comédia romântica) 5,00
- Spooks o mestre espião (ação) 5,00
- Um homem e uma mulher 20 anos depois (romance) 15,00
- Hollywoodland (drama) 10,00
- Condessa de sangue (aventura/terror) 30,00
- Estranha obsessão (suspense) 20,00
- O idiota do meu irmão (comédia) 10,00
- Um negócio nada seguro (comédia) 10,00
- The spirit o filme (aventura) 10,00
- Django (western) 10,00
- Ajuste final (máfia – filme raro) 50,00
- Quero ser John Malkovich (comédia) 20,00
- A corrente do bem (drama) 20,00
- Território restrito (policial) 10,00
- Novo mundo (drama) 10,00
- Sombras da lei (drama) 10,00
- Montanha cega (drama) 10,00
- Um dia para relembrar (drama) 10,00
- Jogos de guerra (ficção filme raro) 12,00
- A hora da escuridão (ficção e aventura) 10,00
- Piratas do espaço (ficção – filme raro) 15,00
- Gente Grande 2 (comédia) 10,00
- Caillou descobrindo o mundo (infantil, lacrado) 15,00
- João e Maria (filme infantil, lacrado) 15,00
- V de vingança (blu-ray aventura, lacrado) 35,00
- V de vingança (dvd lacrado aventura) 25,00
- O senhor das armas (drama, filme raro, lacrado) 30,00
- Poder além da vida (drama religioso, lacrado) 20,00
- O Hobbit a desolação de Smaug (aventura, lacrado) 20,00
- Uma verdade inconveniente (documentário, lacrado) 40,00
- Almas nuas (suspense) 10,00
- Armadilha (suspense) 5,00
- A Caça (suspense) 10,00
- O poder da mídia (suspense) 5,00
- O Clone (suspense) 5,00
- Sete Almas (suspense) 5,00
- Segredos na noite (suspense) 5,00
- Pulse (suspense) 5,00

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Hoje na história (22/11/1995), Lançado Toy Story, primeiro longa-metragem 100% animado por computador


Um filme que entraria para a história por sua inovação, o longa-metragem Toy Story era lançado em um dia como este, no ano de 1995, nos Estados Unidos. A animação foi a primeira do seu tipo, totalmente produzida com computação gráfica. Vale lembrar que existe uma controvérsia sobre isso, envolvendo o filme brasileiro Cassiopéianota, um longa-metragem animado, lançado em 1 de abril de 1996. Toy Story foi o primeiro filme da Pixar, que contou com direção de John Lasseter, que também trabalhou no roteiro, juntamente com Andrew Stanton, Joel Cohen, Alec Sokolow e Joss Whedon e música de Randy Newman. O filme, um lançamento da Walt Disney, teve Steve Jobs e Edwin Catmull como produtores executivos.
A história é sobre os brinquedos de um menino chamado Andy, de oito anos. O Xerife Wood, um um boneco de cowboy, é o seu favorito. O que o garotinho não sabe é que quando os humanos não estão presentes, todos os seus brinquedos tornam-se vivos. Quando chega o aniversário de Andy, todos os brinquedos entram em pânico, imaginado que serão esquecidos pelo seu dono. Contudo, o garotinho ganha um patrulheiro espacial chamado Buzz Lightyear, que vai despertar ciúmes no Xerife Wood. O filme foi aclamado por crítica e público e faturou US$ 360 milhões no mundo, com custo de produção em torno de US$ 30 milhões. Após este filme, vieram as sequências de Toy Story 2 e Toy Story 3.
Fonte: https://seuhistory.com/hoje-na-historia/lancado-toy-story-primeiro-longa-metragem-100-animado-por-computador

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Mídia digital ou física? Descubra qual das duas é a melhor opção de compra para você

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Com a chegada das lojas online nos consoles onde os cinéfilos podem adquirir os seus títulos favoritos onde quer que estejam, uma nova discussão nasceu: o que é melhor, comprar ou alugar a mídia digital ou a física? 
Para tentar responder a este dilema, listamos alguns prós e contras de adquirir mídias em ambos os formatos. Vejam a seguir:

Filmes Digitais - Prós
Mais espaço na sua casa
Uma coisa é fato, a partir de certo ponto, sua casa fica tão cheia de caixas de filmes que é muito difícil manter a organização, sem contar o espaço utilizado. Ao adquirir um filme em formato digital, sua casa se livra de umas boas dezenas de capinhas de plástico.
A fim de comprar aquele novo filme às sete da manhã? Claro que dá. Não consegue dormir e quer assistir um filme novo às três da manhã? Por que não? Com as lojas de cada plataforma você pode adquirir novos títulos quando e onde você quiser, sem a necessidade de se dirigir até uma loja.

Ansiosos de plantão tem vez
Com os filmes digitais, você é capaz de garantir uma cópia daquele filme que você está super ansioso para assistir antes que ele chegue nas lojas físicas. Mas o preço é alto pra pagar e muito alto comparado a de uma locação.

Contras
Menos espaço no HD
Mais espaço em casa é legal? Sim, mas em questão de filmes digitais isso também significa menos espaço no HD. Com muitos filmes na memória do console, vai chegar uma hora que não vai dar mais para adquirir um novo. A não ser que você apague tudo e recomece suas compras.

Internet discada nem pensar
Você comprou um filme novo e agora é só alegria, não é? Nem tanto se a sua internet não for boa. Os arquivos de cada filme são bem grandes, nada menor do que 8 a 40 GB, e baixar essa quantidade enorme de arquivos numa conexão não muito rápida pode ser uma tarefa terrível e custosa.
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Mídias Físicas - Prós
Revenda ou troca?
Com o filme físico (DVD ou Blu-ray) nas mãos, é muito mais fácil alugar, revender ou trocar com amigos ou mesmo pela internet via sites de venda e redes sociais. Trocar filmes também não se mostra um problema quando o mesmo está nas mãos do negociante.

Cheio de frufrus
Cinéfilo que é cinéfilo de verdade gosta muito quando o filme físico vem com capas especiais ou duplas, adesivos e diversos outros brindes e elementos adicionais que fazem a compra da mídia física valer a pena. Isso sem contar o valor sentimental que certo filme físico pode ter para o cinéfilo.
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Funciona em qualquer lugar
Com os filmes físicos, mesmo na casa da vovó sem acesso a internet e às vezes até com televisão de tubo, o aparelho de dvd funciona, nem tanto o blu-ray que precisa de um cabo com entradas para HDMI, mesmo assim proporciona horas de diversão, sem precisar de uma conexão de internet ou do sistema do aparelho para o filme rodar.
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Especialíssimo
É lindo o momento no qual alguma produtora resolve lançar uma versão especial de um filme porque aí é quase certo que esta nova versão virá cheia de extras, brindes, uma embalagem nova e vários outros mimos para os cinéfilos ou locadores. Coisas assim nunca acontecem com filmes digitais.

Falta de sistema? Sem problema!
Quando o sistema por streaming tem algum problema, ou falha a internet, assistir um filme pode se tornar uma dor de cabeça. Mas agora com os filmes físicos esse tipo de coisa nunca acontece. O máximo que pode ocorrer é um craquelado de um leve risco do disco, mas falhar, ele não vai falhar. 

Contras
Menos espaço em casa
Ter os filmes físicos em casa é maravilhoso, mas o espaço que eles ocupam não é brincadeira. Com umas 15 capinhas já fica difícil encontrar um cantinho em casa para armazená-los.
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DVDs e Blu-rays apesar de todo cuidado possível, riscam
Quem nunca sofreu por uma mídia riscada? Qualquer arranhão, batida e caída no chão pode resultar numa perda irreversível do filme. Cuidado sempre!


Os DVDs e os Blu-rays vão acabar?

Reprodução/AcronovaResultado de imagem para dvd e blu-ray
Assim como praticamente qualquer coisa neste planeta, é interessante colocarmos na balança os prós e contras antes de apedrejar ou cravar um certo ou errado. “Ah, mas o digital é mais barato, deixa ele dominar que não há nada de ruim”. Há sim, infelizmente.

Por um lado, temos o conforto de não precisar sair de casa e de eventualmente pagar mais barato por um produto comercializado em caráter digital. Afinal de contas, que gastos existem? Armazenamento no servidor, licenças, burocracia, direitos autorais para uso de imagem e utilização da marca.
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Por outro lado, existem as prateleiras e gôndolas de lojas, e elas precisam de preenchimento. Existem os funcionários presentes ali, a necessidade do espaço físico. Existem as empresas que trabalham exclusivamente com prensagem de mídias, a exemplo da Sony DADC, que fica na Zona Franca de Manaus, da Arvato, que até 2012 distribuía games em escala nacional no país, entre outras. Se a mídia física deixasse de existir, qual seria o propósito de existência dessas empresas? Pensou o mesmo que eu? Desemprego.

Raciocinem comigo: existem pessoas nesses lugares. Patrões e empregados, registros, trabalho formal! As mídias não se prensam sozinhas e precisam de seres humanos para a tarefa. Além disso, existe toda a logística de distribuição ao varejo para colocação nas mencionadas prateleiras e gôndolas, e isso exige uma dedicação ferrenha que se ramifica em diversos galhos do mercado.

Sem falar na magia. Que graça tem levar um monte de amigos pra casa ou ter aquela maravilhosa companhia e mostrar prateleiras apenas com porta-retratos de quando você tinha cabelo de tigelinha, enfeites exóticos e outros objetos enfadonhos? “Mas nossa, você que curte filmes, onde estão todos os seus Dvds e Blu-rays?”, alguém pergunta. E lá vai você ligar algum sistema para mostrar toda a sua “biblioteca” digital. Mas existe um argumento que detona as mídias físicas: pirataria. Nesse sentido, as empresas e outros serviços digitais têm um verdadeiro arsenal contra as práticas clandestinas, pois o catálogo digital é inteiramente comercializado em caráter oficial, com direito a manual por download, DLCs etc. Ponto para o mercado digital.

A necessidade de reinvenção da mídia física

Todos pensavam que o rádio morreria com a televisão. Ele se reinventou com a abertura de mercado, a expansão de mídias, soube aproveitar a internet e está aí até hoje. Alguns pregaram o fim do cinema com a chegada dos filmes às nossas salas. E as telonas estão aí até hoje (vide 3D, 4D etc.). 
Outros dizem que a mídia física pode acabar em função das tendências de distribuição digital. Analistas internacionais como Michael Pachter e Patrick Seitz adoram se mostrar “surpresos” com o mesmo patamar de preços entre as versões digital e física de um mesmo jogo – até existe razão nisso – e pregam o fim das mídias físicas.
O que este humilde redator que vos escreve pensa? Jamais as mídias físicas podem acabar! Elas geram empregos e fomentam o mercado! Não creio que elas vão acabar. Pelo contrário: acredito na reinvenção delas, assim como ocorreu com rádio ou cinema.
E outra: internet. A população mundial não tem acesso de alta velocidade – inclusive aqui no Brasil, país emergente com uma conexão muito aquém da demanda de mercado (e cara, diga-se de passagem). Mas que medidas poderiam ser aplicadas para que as mídias físicas não assinem o atestado de óbito?

Possíveis soluções

É natural que existam entraves numa indústria cada vez mais movida por caça-níqueis e metas gananciosas. Mas algumas medidas, digamos, “óbvias”, poderiam ser aplicadas sem prejudicar tanto a planilha financeira das empresas e publishers pensando no longo prazo.
É difícil agradar a gregos e troianos, mas o consumidor final certamente ficaria mais satisfeito com um preço mais barato por um produto comercializado digitalmente, é quando isso não acontece e os patamares em reais são quase visualmente falando os mesmos.
“Não faz sentido custar os mesmos R$ 49,90”, é o que nós nos perguntamos. Sentido até faz, pois existem taxas onerosíssimas que as empresas precisam pagar para a obtenção dos direitos de permanência no serviço, divulgação, armazenamento no servidor etc. Em outras palavras, os gastos que uma loja física têm – luzes, funcionários, aluguel do espaço, entre outros – também existem nos serviços digitais, só que de outra forma, naturalmente.
Ocorre que os custos pelo “aluguel virtual” são maiores. Se as empresas calcularem o volume de vendas X possível quantidade de consumidores X importância do filme em si, é possível baratear esse custo. Seria muito agradável comprar uma Mulher Maravilha da vida por R$ 30,00 nos serviços digitais e até US$ 40,00 em disco físico. A ausência da capinha, do encarte e do disco justificariam a redução do valor – até porque se trata de um filme já existente e que está recebendo uma portabilidade.
Agora, se as mesmas versões custam R$ 40,00 o que é possível fazer para atrair o cara que deseja ter o disco físico? O conteúdo "extra", "versões do diretor" nas versões físicas?

Futuro incerto

Nem Michael Pachter, nem Patrick Seitz, nem este redator aqui e nem Mãe Dinah têm bola de cristal. Não dá para cravar um certo ou errado, mas apenas especular de acordo com a flutuação do mercado.
A tecnologia passa por constantes metamorfoses e dita tendências. Assim como rádio e cinema quase viram seu fim, eles souberam se reinventar e hoje permeiam o cotidiano de todos nós. O mesmo pode ocorrer com as mídias físicas, seja pelas possíveis soluções apontadas ou por outras razões.
Mas uma coisa é fato: boa parte da magia nos filmes iria embora com um eventual fim das mídias físicas. Será mesmo o fim???

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Recomendado da vez: 6 Balas (Six Bullets)


Por: Mariano Soltys *** (3/5) Filme legal

Van Damme está de volta em mais uma produção em que vemos um misto de artes marciais e explosões, dessa vez mais maduro e nessa película de ação cheia de heroísmo. Esse militar que erra em uma operação de combate a rede de tráfico sexual de adolescentes, quando ao explodir o local acaba por acidente matando crianças, se vê frustrado na vida. É o drama dos ex-combatentes, no caso da guerra do Afeganistão, especialista em matar. Assim o personagem Gaul está em grande angústia, trabalhando em um açougue e alcoólatra, chorando as mágoas da vida. Quando surge uma nova chance de se tornar herói e ajudar um casal, cuja filha adolescente foi raptada por essa quadrilha de tráfico sexual, pedindo sua ajuda. O pai da menina é lutador de MMA e acaba ajudando na missão de Gaul (Van Damme). Isso nos leva muitas vezes para a imagem de Hércules, que não tem morada nem entre os Deuses, e nem entre os homens. Sempre que lembro desse ator belga, Gean-Claude Van Damme me vem aquela imagem heroica do filme “O Grande Dragão Branco”, que qualquer menino gostava de assistir na TV nos anos 80/90.O ator é campeão europeu de karatê, e ainda fisiculturista. Também foi dançarino de balé, e por isso da desenvoltura dos golpes naqueles filmes antigos. Parece ser em muito um arquétipo da virilidade e do homem mais forte do mundo, um Hércules. Mas Van Damme mistura uns 4 estilos de artes marciais (kickboxing, taekwondo, muai thay e karatê shotokan), de modo que tem um estilo próprio. Nesse filme das seis balas mostra mais talentos bélicos que marciais. E marcial vem de Marte, que é deus Ares (Greco-Romano), deus da guerra. O filme tem uma novidade no roteiro, começando por um drama e repetindo o mesmo, sendo que nos perdemos pensando que o protagonista desista de sua missão heróica, ao aparentemente falecer cruelmente a menina. Fato é que por inteligência ele descobre que foi outra que foi assassinada, e assim teve uma terceira chance de se recuperar. Poderia ser 12 chances, como foram os doze trabalhos de Hércules. Claro que no lugar da deusa sombria Hera e de monstros como o cão Cérbero, de três cabeças, ele achou os monstros humanos na sua tara por exploração sexual. E Gaul assim se redime consigo mesmo, nesse ato heroico de salvar a liquidar os criminosos, usando da força e da bala, sem qualquer misericórdia. De interesse é a colaboração dos pais da menina, que corajosamente vão junto ao militar para a batalha a fim de salvar a filha. O filme é muito bom e tem cenas eletrizantes de ação e não se foca muito nas lutas, tendo assim certa naturalidade e realismo, ainda mais com a questão do tráfico de mulheres para exploração sexual, realidade cruel mundial. O Hércules belga acaba assim com essa folia e manda todos para seu devido lugar, numa pena de morte e justiça privada, uma vez que crime envolve postos de poder no governo. Um filme diferente desse ator, reservando sempre a sua imagem de bom moço e grande lutador. O Hércules que encontra o Olimpo de seu ideal e vence os monstros dos vícios e da angustia. Mariano Soltys, autor do livro Filmes e Filosofia, pela editora AGBook

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Sergipe é líder nacional em empreendedorismo feminino

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Mais de 37% das empresas no estado são comandadas por mulheres

14/08/17 às 10:00 - Por: Wellington Amarante

Um estudo feito pelo Sebrae mostra que Sergipe é o estado com o maior percentual de mulheres comandando uma empresa. Segundo o levantamento, feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2014, do IBGE, 37,7% do total de negócios são chefiados por pessoas do sexo feminino. O percentual é bem superior às médias do Nordeste (32,7%) e nacional (31,7%).

Os números do estudo ‘Os Donos de Negócio no Brasil’ apontam que dos 309.031 empreendimentos sergipanos, 116.753 são comandados por mulheres. Esse número vem crescendo consideravelmente ao longo dos últimos anos, o que demonstra o interesse cada vez maior delas pelo empreendedorismo. Em 2013, por exemplo, era 90 mil a quantidade de mulheres chefiando um negócio no estado, representando 33,2% do total.

A partir da análise do estudo é possível traçar um perfil dessas empresárias. Ela tem menos de 45 anos, empreende em um local fixo (lojas, oficinas, escritórios), trabalha por conta própria e atua prioritariamente no setor de serviços. Dentre as principais áreas de atuação estão os restaurantes (16%), serviços domésticos (16%), cabeleireiras (13%) e comércio de cosméticos (15%).

“As mulheres têm buscado cada vez mais empreender e isso é muito positivo para a economia. Elas estão buscando se qualificar mais antes de abrir um negócio, não têm receio em buscar conhecimento para administrar melhor a empresa e estão mais antenadas em relação ao que acontece no mercado. Isso contribui para aumentar a sobrevivência desses empreendimentos, elevando assim as chances de sucesso”, explica o superintendente do Sebrae, Emanoel Sobral.

As empresárias também se preparam mais que os homens na hora de abrir uma empresa. Entre elas, 21% possuíam o ensino superior incompleto ou mais e 37% o ensino médio completo. Já entre os homens, apenas 13% possuíam o ensino superior incompleto e 28% o ensino médio completo ou incompleto.

Acesso a tecnologias

A pesquisa levou em consideração dois grupos de trabalho: as pessoas que trabalham por conta própria (aquelas que exercem o seu ofício explorando o próprio empreendimento, sozinho ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com a ajuda de trabalhador não remunerado) e o empregador (quem trabalha explorando seu próprio empreendimento, com pelo menos um empregado assalariado).

De forma geral, as mulheres têm mais acesso às novas tecnologias. Cerca de 97% delas tinha telefone fixo ou celular (93% entre os homens), 54% possuía computador com internet no domicílio (44% entre eles) e 58% acessou a internet nos últimos três meses (44% no sexo masculino).

Os dados mostram ainda que as empresárias tinham um rendimento médio mensal de R$ 1.577,00, valor 30% inferior aos donos de negócio do sexo masculino. Nos últimos 13 anos essa diferença vem caindo, já que a renda delas cresceu 36% (já descontada a inflação), enquanto a dos empresários aumentou 29%.

No grupo das mulheres com negócio, apenas 33% contribuía para a previdência no trabalho principal e 4% contribuía para alguma entidade de previdência privada.

Fonte: http://www.se.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/SE/sergipe-e-lider-nacional-em-empreendedorismo-feminino,bf9b381b363dd510VgnVCM1000004c00210aRCRD

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Come mais pipocas a ver certos filmes? Saiba porquê

Come mais pipocas a ver certos filmes? Saiba porquê

Está a manter a forma, mas chega à hora de ir ao cinema e não consegue controlar a quantidade de pipocas que come? Saiba que isso tem a ver com o tipo de filme que está a ver. 

Um estudo realizado pela Cornell Food and Brand Lab indica que os filmes tristes fazem com que as pessoas comam mais, em comparação com as comédias.
Por isso, ver o ‘Titanic’ pode não ser uma boa opção para quem está a tentar manter a linha.
Os cientistas referem que as pessoas comem mais pipocas a ver o filme ‘Love Story’ (um dos filmes mais românticos de sempre) do que quando assistem à comédia ‘A Diva da Moda’. Estes são alguns exemplos de filmes que se inserem nas categorias de comédia e drama.
No entanto, há um lado positivo, pois são os filmes mais tristes que fazem com que as pessoas comam alimentos saudáveis, se os tiverem mesmo à sua frente.
Por isso, quando sabe que vai ver um filme triste ao cinema tente levar consigo algo saudável para não ter a tendência de recorrer às pipocas. Desta forma vai controlar os seus impulsos, sem destruir a sua dieta.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

5 filmes sobre empreendedores reais que você precisa assistir

5 filmes para empreendedores que não parecem ficção

Empreender não é fácil. 
Nem mesmo na ficção.

Estas histórias estão aqui para mostrar para você em alta definição que é difícil para todo mundo. E que persistir pode trazer resultados incríveis. Esta é uma boa lista para aqueles momentos em que você está pensando em desistir e se compara com algum grande nome dizendo que não vai chegar lá. Acredite: eles também já passaram por isto.
Nós pedimos recomendações e recebemos mais de 300 sugestões pelas redes sociais de filmes que marcaram a trajetória dos empreendedores que nos acompanham. Dessa lista, escolhemos os 5 filmes mais citados, baseados em histórias reais. Nossa equipe assistiu e deixou comentários (sem muito spoiler) para incentivar você a ver os que ainda não tiver visto.
Vamos à lista!

Fome de Poder
Neste filme (que originalmente chama The Founder), os irmãos Mc Donald’s tinham um negócio inovador, mas não estavam dispostos a expandir. Quem veio com o plano foi Ray Kroc que insistia em levar o negócio para todo o território dos EUA. A estrada foi dura até lá e tem um mix de exemplos e anti-exemplos. Mesmo trazendo um crescimento gigantesco, Kroc se transforma no pior sócio que os irmãos Mc Donalds poderiam encontrar.
Por que assistir?
“Negócios são como guerra. É cachorro comendo cachorro, rato comendo rato. Eu quero me antecipar, eu quero vencer.” Bom ficar esperto ao fechar um contrato com alguém que pensa assim, não é mesmo? Depois deste filme, todos ficarão atentos ao negociar com qualquer pessoa. Principalmente, se essa negociação for sobre a venda da sua empresa. Vem comigo, senhora!

Joy: o nome do sucesso

Agora sim uma mulher empreendedora! Baseado na história real de Joy Mangano, o filme traz a perspectiva de uma mulher criativa desde pequena que enfrenta um caos familiar enquanto estrutura seu negócio.
Por que assistir?
“O mundo não deve nada a você” é a grande lição deste filme. A personagem Joy é aquela empreendedora para se orgulhar. Uma mulher que é sabotada dentro de sua própria casa pela sua própria família. Nem mesmo o ambiente destrutivo que estava rodeada conseguiu impedi-la de criar o seu império.

À procura da Felicidade
Se você está precisando assistir algo motivador para empreender, esta é a história. Prepare a caixa de lenços para acompanhar os desafios que Chris Gardner, interpretado por Will Smith, enfrentou ao lado de seu filho pequeno na tentativa de melhorar de vida.
Por que assistir?
“Nunca deixe que lhe digam que você não pode fazer algo.” Esta é aquela história que faz você pensar “se esse cara conseguiu, eu consigo.” Sem dinheiro, sem casa, abandonado pela esposa, com um filho pequeno para criar. O emprego era promissor, mas exigia que ele não recebesse salário no início. É aí que Gardner mostra o poder da persistência e do trabalho duro.


Jobs
No começo do filme dá uma vontadezinha de devolver o iPhone. Jobs é genial, mas tem um comportamento bastante peculiar que vai além de andar descalço. A fixação por querer fazer sempre melhor e o domínio dele sobre sobre o negócio podem acabar compensando os deslizes e são inspiradores.
Por que assistir?
“Esta é uma ferramenta para o coração. E quando você consegue tocar o coração de alguém, não existem limites.” O personagem Jobs é movido por paixões. Ele é a essência do seu negócio. Desconsiderando o temperamento, o que fica é uma visão estruturada e grandiosa de quem começou numa garagem e sabia onde queria chegar.


Walt antes do Mickey
Difícil saber que a história do criador da Disney não foi toda de contos de fadas. Eles precisou de muita criatividade, força de vontade e ajuda dos amigos e da família para chegar lá. Além disso, precisou aprender a ser um empreendedor.
Por que assistir?
A frase que guia Walt no filme é seu pai dizendo “Sempre termine o que você começar. E seja lá o que estiver fazendo, faça bem.” Mesmo fazendo bem e dando o seu melhor, fracassar faz parte. Ele sabia que tinha talento e sua equipe era boa. Ainda assim, não ficou livre de quebrar o caixa mais de uma vez.

Fonte: https://endeavor.org.br/5-filmes-sobre-empreendedores-reais-que-voce-precisa-assistir/

sábado, 1 de julho de 2017

01/07 Dia da Independência de Ruanda - Dica de Filme: DVD Hotel Ruanda


01/07 Dia da Independência de Ruanda - Dica de Filme:
DVD Hotel Ruanda

A diversidade étnica no continente africano é um dos fatores responsáveis pelo desencadeamento de vários conflitos armados, no entanto, muitas dessas guerras no continente são consequências dos processos de colonização e descolonização dos países africanos, pois os colonizadores não respeitaram as diferenças culturais entre as diversas etnias, separando grupos que viviam em harmonia e, muitas vezes, colocando em mesmo território grupos rivais. Essa atitude contribuiu bastante para intensificar os problemas na África, após terem explorado a riqueza do continente, os europeus deixaram o território com graves problemas econômicos, sociais e uma série de conflitos separatistas e étnicos.
Um dos maiores exemplos de lutas entre diferentes grupos étnicos foi entre hutus e tutsis em Ruanda. Até a Primeira Guerra Mundial essa região pertencia à África Oriental Alemã. Em 1919, após a derrota dos alemães na guerra, os belgas assumiram o controle do território.
Durante o processo de colonização da Bélgica, os tutsis correspondiam a aproximadamente 15% da população de Ruanda. Mesmo sendo minoria, eles foram escolhidos pelo poder colonial para governar o país pelo fato de terem a cor da pele mais clara, o nariz mais fino e por serem mais altos. A maioria hutu (85%) ficou excluída do processo socioeconômico do país.
Porém, em 1959, os hutus se revoltaram com a condição em que estavam e assumiram o poder do país em 1961, nesse mesmo ano Ruanda adquiriu status de República, e, no ano seguinte, a Bélgica reconheceu sua independência e retirou suas tropas do país.
Nesse momento iniciou-se a perseguição aos tutsis, em 1963, tutsis exilados no Burundi organizaram um exército e voltaram para Ruanda, porém, foram massacrados pelos hutus. Outros massacres aconteceram até que, em 1973, através de um golpe de estado, o coronel Juvénal Habyarimana, de etnia hutu, assumiu a presidência do país. Os conflitos cessaram durante 20 anos.
Em abril de 1994, retornando de uma conferência na Tanzânia, os presidentes hutus de Ruanda e Burundi foram vítimas de um acidente aéreo. A morte desses líderes desencadeou a volta dos massacres.
Em Ruanda, estima-se que 13% da população tenha morrido no genocídio promovido em 1994 pelos hutus, sendo 90% desse total da minoria tutsi, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Ao abordar o processo de descolonização dos países africanos e os conflitos étnicos no continente, a história de Ruanda pode ser utilizada como exemplo. Para que a aula se torne mais atrativa é interessante utilizar o filme Hotel Ruanda (encontrado em DVD).
Hotel Ruanda é um filme baseado na história real de Paul Rusesabagia, gerente de um hotel de uma empresa belga em Kigali, capital da Ruanda. Paul Rusesabagia pertence ao grupo étnico hutu, e em 1994, durante perseguição aos tutsis, Rusesabagia abrigou 1.200 tutsis no Hotel Ruanda, local em que trabalhava.
Num ato de extrema coragem e compaixão, Paul Rusesabagia fazia todos os esforços possíveis para proteger os tutsis do genocídio que matou mais de 1 milhão de pessoas. Com a ausência de tropas internacionais, os tutsis tinham apenas o hotel para se refugiarem, local protegido através de pagamento de suborno para a polícia, realizado por Paul Rusesabagia. O genocídio só foi amenizado com a formação de grupos de guerrilheiros tutsis.
Depois de abordado o contexto histórico e os alunos terem assistido ao filme Hotel Ruanda, solicite um trabalho destacando o processo de colonização e descolonização dos países africanos e sua influência nos conflitos armados na África, em seguida, com os trabalhos em mão, promova um debate entre os alunos abordando aspectos da pesquisa realizada e o filme.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia

terça-feira, 6 de junho de 2017

Cinema em sala de aula

Resultado de imagem para filmes em sala de aula

Muitos professores e pedagogos ainda procuram as videolocadoras atrás de filmes que possam transmitir sentimentos, lições, modelos, exemplos, etc aos seus alunos e com isso prepará-los para a vida e o mercado profissional aí fora.
Muitos são os temas abordados, o que exige do professor algumas horas de pesquisa e montagem de um checklist para a aula. Alguns empreendedores observando essa necessidade do profissional de educação, começaram a elaboras textos, questionários e e-books com questões discursivas e sugestões de temas para debates e pesquisas com a intenção de facilitar toda o trabalho, resultando em um grande apoio pedagógico de auxílio em sala de aula.
Listo abaixo links dividido em duas partes que vocês podem clicar e conferir o trabalho realizado pelo site "Cinema Em Sala De Aula"


Parte 01:
https://go.hotmart.com/F5951968Q


Parte 02:
https://go.hotmart.com/D5951975Y